# Ficha de contexto executável
Material prático da Roldra. O contexto precisa ajudar a decidir o próximo recorte, não carregar todos os arquivos de uma operação.

## Preencha
**Resultado:** o que alguém precisa conseguir realizar?
**Público:** quem vai usar, em qual situação e com que conhecimento prévio?
**Estado atual:** o que existe, funciona, está aprovado ou apresenta problema?
**Fontes confirmadas:** quais documentos e versões devem orientar o trabalho?
**Hipóteses:** o que está sendo considerado sem confirmação?
**Perguntas decisivas:** qual informação ausente muda o próximo passo?
**Preservar:** o que não deve ser alterado?
**Autorizações:** o que pode ser executado e o que depende de decisão própria?
**Conferência:** que percurso ou resultado será testado?
**Primeiro recorte:** qual parte pode ser concluída sem fingir resolver tudo?

## Exemplo didático — sistema de carteiras
**Resultado:** uma gestora atribui uma carteira e a vendedora responsável registra um contato.
**Público:** gestora e vendedora, com responsabilidades diferentes.
**Estado atual:** operação manual e entrada por planilha.
**Regra:** cada vendedora só pode acessar a carteira atribuída a ela.
**Fontes:** regras autorizadas e estrutura sintética de planilha.
**Preservar:** dados reais fora do laboratório; sem envio de mensagens.
**Conferência:** testar atribuição, acesso permitido e acesso negado com perfis distintos.
**Primeiro recorte:** um fluxo completo com dados fictícios.

## Pedido inicial
> Use a ficha como direção. Leia as fontes antes de repetir perguntas. Proponha o primeiro recorte e explique as dependências. Execute somente o que estiver autorizado. Preserve a diferença entre informação confirmada, hipótese e ausência. Ao terminar, registre o que foi entregue, o que foi conferido e a próxima decisão.

## Na retomada
Atualize decisões que mudaram. Um registro antigo não deve sobrepor uma condição nova do responsável. Não transmita credenciais, dados pessoais ou documentos que o ambiente não esteja autorizado a receber.
